quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Emprestado pelo São Paulo, Uvini faz 1º jogo com a camisa do Tottenham


(Zagueiro campeão mundial com a Seleção Brasileira sub-20 disputa amistoso contra o Leyton Orient) Por Globoesporte.

O zagueiro Bruno Uvini, emprestado pelo São Paulo ao Tottenham até o final de maio, disputou nesta quarta-feira sua primeira partida pelo clube inglês. Campeão mundial sub-20 com a Seleção Brasileira em 2011, o defensor atuou na vitória por 7 a 3 sobre o Leyton Orient, em amistoso realizado em Londres.
Titular da equipe B, que conta com jovens valores e jogadores que não estão sendo utilizados com frequência no time principal, o brasileiro atuou por 60 minutos e virou destaque no site oficial dos Spurs.
- Estou muito feliz com tudo que vem acontecendo. Fui muito bem recebido por todos e a adaptação está sendo até mais rápida do que eu esperava. Hoje tive a chance de jogar pela primeira vez e me senti bastante confortável. Espero melhorar meu desempenho com o decorrer das atividades - explicou o zagueiro.
O Tottenham, terceiro colocado do Campeonato Inglês com 53 pontos, dez à frente dos rivais Arsenal e Chelsea, volta a campo no próximo dia 26, quando disputará o clássico londrino contra os Gunners.

domingo, 26 de junho de 2011

Rhodolfo e Casemiro estão fora do Majestoso


Rhodolfo (ainda com dores na coxa esquerda) e Casemiro (acometido por uma amigdalite) estão fora do Majestoso. Os dois, que eram dúvidas, acabaram vetados pelo departamento médico.

Com isso, Carpegiani vai escalar Bruno Uvini e Rodrigo Caio para substituí-los. O provável São Paulo deve entrar em campo com: Rogério Ceni, Jean, Xandão, Bruno Uvini e Luiz Eduardo; Rodrigo Caio, Wellington, Carlinhos e Marlos; Fernandinho e Dagoberto.


Além da dupla, Lucas (com a Seleção Brasileira), Juan e Rodrigo Souto (suspensos) também estão fora no jogo e nem sequer foram relacionados. Henrique Miranda e Luis Fabiano estão no departamento médico.


LANCE.

Bruno Uvini conversa com Carpegiani e fica de sobreaviso


Caso Rhodolfo seja vetado, garoto será titular diante do Corinthians, no Pacaembu
O zagueiro Bruno Uvini poderá fazer sua estreia como titular do São Paulo no clássico contra o Corinthians, neste domingo, no Pacaembu. O zagueiro Rhodolfo, que se recupera de um estiramento na coxa esquerda, ainda é dúvida e o garoto já está de sobreaviso.

O técnico Paulo César Carpegiani conversou com o camisa 34. Durante a semana, sem Rhodolfo, o comandante são-paulino escalou Bruno Uvini ao lado de Xandão na zaga tricolor - Luiz Eduardo atuou improvisado na lateral esquerda.

"O Paulo (Carpegiani) já conversou comigo e me deixou pronto caso o Rhodolfo não tiver condições de jogo. Falei para ele que estou preparado. Treinei forte durante a semana e estou pronto para jogar", ressaltou Bruno Uvini.

O zagueiro subiu para o profissional no ano passado, após a conquista da Copa São Paulo. Na equipe principal, ele disputou seis partidas, sendo todas entrando no decorrer delas. No início de 2011, ele foi o capitão da Seleção Brasileira sub-20 na conquista do Sul-Americano no Peru.

Com experiência, apesar da pouca idade (tem 20 anos), Uvini aposta na boa fase da garotada para o Tricolor sair de campo com os três pontos. Vitória que deixaria o São Paulo ainda mais isolado no topo da tabela do Campeonato Brasileiro.

"Sabemos que clássico sempre é mais difícil, mas nosso objetivo é se manter no topo. É muito importante conseguir esta vitória. A molecada vem jogando bem e vai dar conta do recado", concluiu o são-paulino.


SITE OFICIAL SPFC.

Bruno Uvini e Rodrigo Caio conversam com os jornalistas na chegada ao Pacaembu

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Aniversariante do dia, Bruno Uvini recebe "presente" no CT


O zagueiro Bruno Uvini, que completou 20 anos nesta sexta-feira, não escapou das comemorações no CT da Barra Funda. Após o treinamento comandado pelo técnico Paulo César Carpegiani, o são-paulino foi vítima de seus companheiros, que encheram o amigo de ovos e farinha. Sobrou até mesmo para o novato Dener, que saiu de campo "premiado".

Reprodução: Site Oficial SPFC

domingo, 8 de maio de 2011

Após recuperação, Bruno Uvini diz estar pronto para substituir Miranda

Zagueiro do São Paulo completa três meses longe dos gramados e ensaia retorno na estreia do Brasileirão

Por Alexandre Massi São Paulo

Sete de fevereiro de 2011. Brasil e Argentina jogavam pelo Sul-Americano Sub-20, no Peru. Com apenas 19 segundos de jogo, Bruno Uvini dividiu uma bola e acabou fraturando a fíbula. Fim de torneio para o capitão da Seleção Brasileira. Três meses depois, no CT da Barra Funda, o zagueiro diz estar recuperado da primeira lesão de sua carreira e quase pronto para voltar aos gramados. Liberado pela fisioterapia e pelo departamento médico, Bruno se mostra recondicionando fisicamente. Há dez dias, já participa de atividades com o restante do elenco. Na próxima semana, deve iniciar as atividades com bola. E no dia 22 de maio, estreia do São Paulo no Brasileirão, espera ficar à disposição do técnico Paulo César Carpegiani.

Em entrevista concedida ao Globoesporte.com, o zagueiro falou sobre seus primeiros passos no futebol, da “prova psicológica” que passou durante o período longe dos campos e sobre a expectativa de substituir Miranda na defesa são-paulina. O experiente zagueiro deixará o clube no meio do ano.

Globoesporte.com: Como foi seu início no futebol?
Bruno Uvini: O futebol está no meu sangue. Meu pai, Tuca, jogou muito tempo na Ponte Preta (nos anos 80). Comecei no esporte aos quatro anos, na escolinha que ele tem em Capivari, a Pinta de Craque, e desde que me conheço por gente, sempre joguei bola.

E como você foi parar no São Paulo?

Aos 14 anos, fiz um teste no PAEC. Passei e fiquei dois anos por lá. Foi quando o São Paulo se interessou por mim. Eles tinham uma parceria com o PAEC e primeiro me contrataram por empréstimo. Eram seis meses de adaptação. Acabei ficando até hoje.
Vim sozinho. Menino do interior, caipira pra caramba. Não conhecia nada."
Bruno Uvini

Veio sozinho para a capital?
Vim sozinho. Menino do interior, caipira pra caramba. Não conhecia nada. Foi uma experiência que me ajudou a amadurecer bem rápido.

Você acha que essa mudança te ajudou a ser capitão na categoria de base?
Ajudou. Cheguei a ser capitão no PAEC também. Tenho facilidade de captar as coisas, de pôr em prática novas ideia e isso ajuda bastante na minha formação. Meu pai também tem um perfil de liderança e foi capitão da Ponte algumas vezes.

Como foi a transição da base para o profissional?
Virei profissional em setembro do ano passado. Foi uma época difícil. Tínhamos sido campeões da Copa São Paulo. Foi um trabalho muito bem feito, sempre pensando no profissional. Infelizmente, essa oportunidade surgiu num momento em que o clube não atravessava uma fase muito boa. Na primeira semana, o (Sérgio) Baresi teve três desfalques na zaga e já fui para o banco de reservas contra o Cruzeiro. Foi muito rápido e isso ajudou a entender como funcionavam as coisas.

Qual a principal diferença nessa transição entre a base e o profissional?
A cobrança é extremamente importante. As vitórias trazem respostas positivas do trabalho feito no dia-a-dia. Em muitos lugares, não é o caso do São Paulo, as vitórias e até os títulos acabam mascarando muita coisa errada que existe por trás do clube. O futebol profissional é baseado em vitórias.

Falando agora da sua lesão. Você se lembra do lance em que se machucou?



Foi uma fratura na fíbula direita, com 19 segundos, contra a Argentina, pelo Sul-Americano Sub-20. Foi um lance comum, que geralmente acontece com os zagueiros. Não houve maldade de ninguém. Foi uma dividida. Tirei a bola, mas o jogador da Argentina acabou pegando minha perna. No momento não tive dor, mas senti uma coisa estranha. Não tinha firmeza pra voltar. Quem me ajudou muito nessa hora foi o doutor (Márcio Tannure), que me tirou de campo na hora. Se dependesse de mim, teria voltado e poderia ter cometido um erro maior.

Essa foi a primeira contusão na sua carreira?

Foi. O pessoal na base sempre brincava comigo que eu não gostava dos fisioterapeutas. Nem pra conversar. Foi a primeira, mas não tem como jogador fugir disso a carreira inteira. Espero que não volte a acontecer. Foi uma experiência bem diferente de tudo que eu tinha vivido. Aprendi muito. A gente sabe o quanto é ruim ficar longe daquilo que a gente gosta, é uma prova psicológica.

Desde quando você está participando de atividades com o grupo?
Desde a quinta-feira passada. Acredito que na semana que vem eu esteja mais solto para fazer mais coisa com o grupo, com bola. É importante ir devagar para não acelerar nada. Estou me preparando para voltar a mil por hora e para quando aparecer uma brecha, poder agarrar.

Você ainda sente dor no local?

Não sinto nada. Está perfeito. Estou feliz com isso. A recuperação está sendo muito boa.

Acredita que estará apto para a estreia do Brasileirão (dia 22 de maio, contra o Fluminense, no Engenhão)?

Acredito que sim. Estou me preparando para isso e, se der, para os últimos jogos da Copa do Brasil.

Você teve dificuldade em atuar pelo lado direito da defesa?
Na base, joguei sempre pela esquerda. No profissional, o pessoal acabou me vendo mais pela direita porque a gente treinava com os reservas. Era eu e o Samuel, que é canhoto. Na Seleção, foi a mesma história porque os outros dois zagueiros eram canhotos. Mas não senti diferença alguma de adaptação.

A transferência do Miranda e a possível saída do Alex Silva abrirão vagas na zaga do São Paulo. Como você lida com isso?
Crio uma expectativa até porque sei o que o Miranda e o Alex representam para o clube. Com a vaga do Miranda, quero buscar meu espaço neste elenco. Tenho totais condições e espero agarrar essa chance.



GLOBOESPORTE -

sábado, 7 de maio de 2011

Bruno Uvini "devora" livros e filmes durante sua recuperação


Próximo do retorno aos gramados, zagueiro conta como auxílio extra no Tricolor

O zagueiro Bruno Uvini conta os dias para voltar a jogar pelo São Paulo. No início de fevereiro desta temporada, quando defendia a Seleção Brasileira sub-20 no Sul-Americano, o são-paulino sofreu uma fratura na fíbula direita, que o afastou dos gramados por três meses.

Liberado pelos médicos do Tricolor, Bruno inicia uma nova etapa de sua recuperação. Ele já trabalha a parte física no campo para ficar à disposição do técnico Paulo César Carpegiani. Durante o tempo que ficou tratando no REFFIS, o zagueiro contou com dois bons aliados: livros e filmes.

"Sempre gostei de filmes e criei o hábito também de ler livros. Ganhei alguns de presente e tomei gosto pela leitura. Agora não paro mais. Fiquei um mês sem poder pisar no chão e eles foram meus companheiros. Ajuda muito também, pois os livros e filmes passam mensagens positivas", ressaltou Bruno.

O zagueiro sabe o quanto é importante desenvolver este lado intelectual. E, dentro do elenco, ele procura se espelhar no goleiro Rogério Ceni, que sempre foi muito articulado e inteligente.

"É muito importante estar por dentro de tudo, sempre atualizado. O Rogério Ceni é um exemplo para mim. É muito bom, através da leitura, você saber se comunicar com as pessoas. É um crescimento pessoal", completou Bruno Uvini.

Mais que uma promessa dentro de campo, Bruno Uvini mostra que também é exemplo fora dele. Quem ganha com isso é o próprio São Paulo. Próximo ao seu retorno, ele conversou com o Site Oficial e não escondeu sua ansiedade para voltar a vestir a camisa do Tricolor.

Site Oficial:
Bruno, como foi este período de recuperação?
Bruno Uvini: Não foi um período fácil. Ficar longe do que você mais gosta é muito ruim. Mas agora falta pouco. Mas já estou treinando no campo com o professor Tavares (fisiologista do São Paulo). Não vejo a hora de voltar, treinar com o grupo e buscar meu espaço.

Site Oficial: E a importância do REFFIS neste momento...
Bruno Uvini: Não tenho palavras para descrever toda atenção e carinho que eu recebi aqui. É um trabalho que dificilmente é encontrado em outro lugar do mundo. Por isso vários jogadores vêm para cá. São todos excelentes profissionais e eu sou privilegiado por tê-los à disposição.

Site Oficial: Neste retorno, você está preparado para forte concorrência?
Bruno Uvini: O São Paulo sempre teve excelentes zagueiros e faço parte disso também. Procuro aprender com todos aqui dentro. Sei que não será fácil, mas vou buscar meu espaço. Vou procurar trabalhar forte para ficar à disposição do Carpegiani. Brigarei para ser titular.

Site Oficial:
Ter sido o capitão da Seleção sub-20 no Sul-Americano te dá ainda mais moral?
Bruno Uvini: O pessoal sempre me elogia pelo fato de ter sido o capitão desta conquista. Os torcedores são-paulinos me falam que serei o capitão depois do Rogério. Mas isso não é uma obsessão. Tenho muito para fazer por este clube. Rogério é o capitão absoluto e insubstituível. Se um dia eu for presenteado com esta faixa, vou honrar ao máximo este clube.



SITE DO SPFC.